Parabéns à Guarda Portuária de Paranaguá pelos seus 39 anos de história, dedicação, compromisso e excelência
Enviado pelo sócio Ivan Plantes
Hoje a corporação da Guarda Portuária celebra seus 39 anos!
Desde a chegada dos primeiros Guardas no dia 24 de setembro de 1987, estamos construindo a nossa história e desenhando o nosso caminho, o qual foi traçado com luta, conquistas, honra e muita dedicação para garantir a segurança patrimonial e pessoal de todos os trabalhadores, veículos, equipamentos e cargas que transitam diariamente pelo Porto de Paranaguá, um dos maiores e mais importantes portos do Brasil.
“PREVENIR SEMPRE”
Só um Porto que garanta a segurança de tudo e de todos consegue bater recordes e ser referência nacional e internacional como é o Porto de Paranaguá.
Por isso, parabenizamos a Todos, com muito orgulho e alegria por fazermos parte desta história!
Entre os dias 7 e 10 de abril, representantes do Sindicato dos Portuários de Paranaguá, o presidente Rodrigo dos Santos Vanhoni e a vice-presidente Dâmia, participaram do 4º Congresso Nacional da CNTTL (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística), realizado na sede da CONTAG, em Brasília.
Antes do início oficial do Congresso, os dirigentes participaram de reuniões na Federação, debatendo o conteúdo do documento que “vazou” nas últimas semanas — supostamente o relatório final da Comissão do PL 733, que trata de temas diretamente ligados à categoria portuária. No encontro estiveram presentes os presidentes Zé Adilson (FNE) e Mário Teixeira (FENCONVIB), para discutir a posição conjunta das entidades diante da situação.
Durante os quatro dias de congresso, foram debatidos temas centrais da pauta dos trabalhadores em transportes, como o fim da escala 6×1, a criação de um Projeto Nacional de Transporte Coletivo Gratuito, além das demandas específicas de cada modal.
O evento contou com ampla presença de lideranças sindicais, deputados estaduais, representantes do governo federal e do deputado federal Arlindo Chinaglia. Também foi confirmada a reeleição de Paulo Estausia como presidente da CNTTL.
Paralelamente às atividades do congresso, os representantes sindicais de Paranaguá aproveitaram a estadia na capital federal para definir a estratégia de reação ao documento vazado, que divergia do acordo firmado entre as federações — em especial no que se refere à Guarda Portuária. Foi deliberado o envio de um ofício conjunto ao relator do projeto, exigindo que o texto final respeite os termos pactuados.
Segundo Rodrigo, a situação da Guarda Portuária em Paranaguá é ainda mais crítica, uma vez que o setor caminha para a extinção, o que reforça a necessidade de mobilização nacional. A Federação comprometeu-se a intervir nesse tema diretamente.
As reuniões paralelas ao congresso também contaram com a presença da CONGEPORT, representada pelo guarda Israel (Bahia), que apresentou informações sobre a tramitação da PEC da Segurança, atualmente no Senado. A proposta já passou pela Câmara dos Deputados sem análise de emendas — entre elas, a que incluía a Guarda Portuária —, e agora a mobilização busca reverter essa exclusão na nova etapa de tramitação.
Na próxima segunda-feira, Paranaguá sedia uma reunião informativa sobre o Projeto de Lei 733/2025, que propõe mudanças drásticas na legislação portuária e retrocessos nos direitos trabalhistas. O evento acontece às 9h, no auditório do ISULPAR, e terá a participação dos presidentes das três federações portuárias.
Com a presença do Mario Teixeira, presidente da FENCCOVIB, Sergio Giannetto, presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), e José Adilson Pereira, presidente da Federação Nacional dos Estivadores (FNE), a reunião irá explicar pontos importantes do Projeto de Lei que visa alterar a legislação portuária brasileira.
Um dos pontos em debate é a precarização da mão de obra e a possibilidade do retrocesso em direitos trabalhistas. Além disso, algumas categorias podem ser extintas caso o PL 733/2025 seja aprovado.
Para o presidente do Sintraport, Rodrigo Vanhoni, a reunião em Paranaguá é ainda mais importante pelas presenças dos presidentes das federações. “As presenças dos presidentes mostra o quanto o tema é importante e pertinente, afinal de contas, muda a vida de todos os trabalhadores do Porto e consequentemente da cidade inteira. A vinda deles traz respostas a diversas dúvidas sobre como esse PL está sendo discutido em Brasília. Inclusive, irão ouvir sugestões e questionamentos que possam surgir”, afirma Vanhoni.
“O segundo maior porto do país precisa estar no centro das grandes discussões portuárias. Esse evento com lideranças nacionais de trabalhadores portuários é um contraponto às audiências públicas tendenciosas aos interesses meramente lucrativos”, afirma Marcelo Jimenez, dirigente do Sintraport.
O evento é gratuito. Todos os trabalhadores portuários estão convidados para participar, independente do setor de atuação. Agenda:
18 de agosto, às 9h Local: Auditório do ISULPAR – Rua João Eugênio, 534, Costeira, Paranaguá Contamos com a presença de todos
Nesta quarta-feira, a diretoria do Sintraport esteve em Curitiba em reunião com o deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, Hussein Bakri (PSD). O encontro foi promovido pelo vereador de Paranaguá e portuário Luizinho Maranhão (PL), e serviu para debater o Plano de Cargos e Salários (PCS) dos trabalhadores portuários. O deputado nos recebeu muito bem e se comprometeu a priorizar o projeto.
Durante a reunião, o deputado Bakri telefonou para o Diretor-Presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, que endossou o projeto encaminhado ao Conselho de Controle das Empresas Estatais (CCEE).
Bakri também levou a diretoria do Sintraport à sede da Casa Civil. No local, mais uma reunião foi promovida, desta vez com Maiquel Zimann, Diretor-Geral da Casa Civil. Foram esclarecidos os pontos principais do projeto.
Agradecemos ao deputado Hussein Bakri pela hospitalidade e por apoiar a luta dos trabalhadores portuários em prol de uma remuneração justa. Também agradecemos o vereador Luizinho Maranhão por viabilizar essas reuniões e sempre se colocar a disposição dos profissionais que atuam no Porto de Paranaguá.
Nós começamos como UPP, União dos Portuários de Paranaguá. A fundação da UPP ocorreu em 6 de julho de 1958, data que marca a criação do nosso sindicato.
O primeiro presidente da UPP foi o senhor Ruy Deslandes de Souza.
Em 12 de dezembro de 1989, a UPP passou a se chamar SINDEPAR (Sindicato dos Empregados Portuários no Estado do Paraná).
Posteriormente, em 8 de março de 1995, o SINDEPAR teve sua nomenclatura novamente alterada, adotando o nome atual: SINTRAPORT (Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná).