SINTRAPORT recebe o Prefeito Adriano Ramos

Neste dia 18/03, o prefeito de Paranaguá, Adriano Ramos, participou de um café da manhã na sede do SINTRAPORT – Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná. Durante o encontro, ele se reuniu com o presidente Rodrigo Vanhoni, sócios e representantes sindicais para debater questões cruciais como o projeto de lei 733/2025, que tramita na Câmara Federal e ameaça a exclusividade dos trabalhadores portuários avulsos (TPAs) e traz ameaças também aos empregados da Autoridade Portuária.

O presidente do SINTRAPORT, Rodrigo Vanhoni, destacou o impacto negativo do PL 733: “Esse projeto afeta não só os TPAs, mas também a classe de funcionários da autoridade portuária, permitindo a terceirização de áreas específicas e precarizando ainda mais nossa categoria”.

Outro ponto levantado pelo presidente foi o pedido de apoio para o plano de cargos e salários que está em análise pela APPA. Rodrigo destacou que “como chefe do executivo, ter o prefeito como padrinho de um projeto dessa magnitude é importantíssimo para nós”. Além disso o presidente aproveitou para reivindicar condições melhores aos trabalhadores do Terminal de Contêineres – TCP. “Não é justo uma empresa lucrar mais de 150 milhões de reais em um trimestre e oferecer um aumento de 30 reais no vale alimentação” ressaltou o presidente.

O prefeito garantiu apoio. “Vou marcar uma agenda para discutirmos todas essas questões e, se necessário, vamos ao presidente da Câmara e às lideranças do Governo Estadual para buscar soluções. Podem contar comigo desde já”, concluiu o prefeito.

Estiveram presentes no encontro o presidente da Frente Intersindical, João Fernando da Luz, o presidente do Sindicato dos Vigias Portuários, Marcos Ventura Alves, o presidente do Sindicato dos Conferentes, José Antunes, o presidente do Sindicato dos Arrumadores, Eliel Teodoro Santos, o diretor financeiro do sindicato dos Conferentes, Accacio Netto, o diretor de Assuntos Sindicais da Prefeitura de Paranaguá Dirceu Pereira, o vereador Fábio Santos (PSDB), diretores do Sindicato dos Ensacadores e outros representantes sindicais. A presença ativa dos sócios do SINTRAPORT também foi um ponto de destaque, fortalecendo ainda mais a mobilização.

A luta continua pela preservação dos direitos dos trabalhadores portuários, pelo fortalecimento da classe e pelo desenvolvimento de Paranaguá!

    90 ANOS DO PORTO DE PARANAGUÁ: A FESTA É DE QUEM TRABALHA!

    Hoje o nosso Porto completa 90 anos. Uma data histórica, digna de comemoração. Mas comemorar o quê? E, principalmente, com quem?

    Refleti profundamente sobre a importância de escrever algo nesta data. Não poderia deixar passar em branco: são nove décadas em que o Porto de Paranaguá cresceu, consolidou-se e tornou-se referência nacional e internacional. Porém, é impossível celebrar sem perguntar: onde estão os trabalhadores nessa festa?

    Desde que assumimos a gestão do Sindicato, em maio do ano passado, sabíamos que os 90 anos seriam uma data para ficar na memória. Imaginávamos uma celebração em que os trabalhadores estivessem no centro, sendo reconhecidos pelo papel fundamental que desempenham todos os dias. Tínhamos a esperança de que nessa data seria anunciado finalmente algo de bom para o funcionário. No entanto, a realidade é outra: enfrentamos em Brasília um projeto que abre margem para terceirização e praticamente acaba com a Guarda Portuária e, localmente, nossa principal batalha – o nosso PCS – não sai do papel.

    Durante as comemorações de 90 anos, vimos um bolo percorrendo setores, fotos sendo tiradas, sorrisos oficiais estampados em redes sociais. Mas quem realmente mantém o Porto funcionando todos os dias, garantindo recordes de movimentação e resultados históricos, mais uma vez é deixado de lado. O bolo circulou rápido, com uma agilidade, a mesma a qual gostaríamos de ver nosso Plano de Cargos – PCS andar.

    Gostamos muito de usar a frase “melhor porto do Brasil“. Os nossos representantes gostam de nos comparar com outros portos, e sempre usamos o porto de Santos como base para dizer que somos mais eficientes. Pois bem, que seja lançado o desafio: que o nosso funcionário seja tão bem tratado e reconhecido como o funcionário de Santos — um porto que paga PLR, que provê Previdência Complementar, que realiza concursos e cuja Guarda Portuária não está em extinção.

    Que a próxima comemoração, em 1º de maio, seja com motivo real para celebrar. Que possamos, enfim, compartilhar algo mais que um bolo: que possamos compartilhar respeito, valorização e dignidade!

     

    Rodrigo S. Vanhoni

    Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Paraná – Gestão 2024-2027

    Juntos, somos a base que sustenta o Porto de Paranaguá

      Prefeito Adriano Ramos recebe representantes da Intersindical

      Encontro visa estreitar os laços do Poder Executivo com a classe portuária.

      Na manhã desta sexta-feira (24), o prefeito Adriano Ramos esteve reunido com a Intersindical de Paranaguá, entidade que congrega todos os Sindicatos de Trabalhadores Portuários Avulsos da orla portuária. Participaram também representantes de cooperativas.

      “A reunião visa trazer o setor sindical para lutar com a gente em busca de uma Paranaguá mais justa e colocar a cidade no caminho do progresso”, explica o secretário de Trabalho, Emprego e Assuntos Sindicais, Wagih Hammoud.

      O encontro contou com a presença de Mário Teixeira, presidente da FENCCOVIB, Federação Nacional que representa os trabalhadores avulsos. “Foi uma ótima reunião, principalmente pelo prestígio que recebemos nesse encontro com o prefeito Adriano Ramos, pois ele sempre mostra que está ao lado do trabalhador portuário e isso é muito importante para todos nós”, destaca Mário Teixeira.

      “A gestão Adriano Ramos tem colocado em prática o que prometeu na campanha, que é fazer da prefeitura de Paranaguá, uma casa aberta ao povo e essa reunião de hoje demonstra exatamente isso”, avalia a vice-prefeita Fabiana Parro.

      “Ficamos muito felizes e satisfeitos em receber representantes dos Sindicatos dos Trabalhadores Avulsos e cooperativas de Paranaguá. Para mim, esse estreitamento é muito importante, pois sou filho de estivador. Estamos prontos como poder executivo para atender as demandas desses trabalhadores”, completa o prefeito Adriano Ramos.

       

      Fonte: https://www.paranagua.pr.gov.br/noticias/noticia3666.html

        Portos do Paraná promove diálogo sobre direitos das mulheres com homens.

        Foto: Rodrigo Sell/Portos do Paraná

        Palestra do projeto “De Homem para Homem” teve como objetivo conscientizar o público masculino sobre o combate da violência contra as mulheres.

        A Portos do Paraná se engajou no projeto De Homem para Homem, iniciativa do Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SESP-PR), que visa ampliar a proteção das mulheres e prevenir crimes contra elas. A ação faz parte da Operação Mulher Segura, que agora alcança também os portos de Paranaguá e Antonina. Para isso, a empresa reuniu seus colaboradores homens em uma palestra e ação educativa focada nos direitos das mulheres.

        “Vivemos ainda em um ambiente portuário predominantemente masculino, mas as mulheres estão cada vez mais presentes e mostrando sua força. A Portos do Paraná trabalha para garantir igualdade de condições para todos, e essa palestra é mais uma maneira de alertarmos os homens sobre a necessidade de tratar todos com respeito, sem qualquer tipo de violência”, afirmou o Diretor Administrativo e Financeiro, Marcos Bonoski.

        A Operação Mulher Segura, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública, já atua na repressão de crimes contra mulheres e no suporte às vítimas. O projeto “De Homem para Homem” reforça essas iniciativas, intensificando as medidas preventivas e a conscientização entre aqueles que, muitas vezes, estão na posição de potenciais agressores.

        “Esses encontros são voltados exclusivamente para o público masculino, com o intuito de desconstruir tabus que normalizam a violência contra a mulher. Queremos deixar claro que não há mais espaço para esse tipo de comportamento no Paraná”, afirmou Leonardo Carneiro, Delegado e Coordenador de Planejamento Estratégico da SESP-PR.

        Wesley Moreira de Mello, Delegado da Polícia Civil de Paranaguá, destacou que, embora um possível agressor possa não estar presente, os participantes podem compartilhar o que aprenderam com amigos, familiares e colegas de trabalho. “Sempre há alguém que podemos aconselhar, e é nosso papel replicar esse tipo de conteúdo para conscientizar todos sobre a importância de proteger as mulheres”, disse.

        As palestras são destinadas exclusivamente aos homens, permitindo que os participantes se sintam à vontade para esclarecer dúvidas e discutir o tema de forma aberta. Durante os encontros, são exibidos vídeos com depoimentos de familiares de vítimas e de condenados por feminicídio, com o objetivo de mostrar o impacto devastador da violência contra as mulheres nas famílias e na sociedade.

        De acordo com o Cabo Gonçalves, do 9º Batalhão da Polícia Militar e integrante da Patrulha Maria da Penha, o trabalho anterior realizado com mulheres já tem apresentado resultados. “Percebemos que o trabalho tem dado frutos, especialmente pelo aumento nas solicitações de medidas protetivas. Isso é positivo, pois a violência já existia, mas as mulheres, muitas vezes, não sabiam como buscar ajuda. Com essa ação, elas estão mais encorajadas a se proteger”, analisou.

        Para Rodrigo Vanhoni, Analista Portuário e Presidente do Sindicato dos Portuários, o combate à violência contra a mulher é fundamental. “Temos muitas portuárias trabalhando conosco, além de nossas filhas, esposas e mães. Não podemos ser violentos, especialmente com mulheres, que muitas vezes são mais vulneráveis. É necessário combater essa cultura de violência e promover mudanças”, concluiu.

         

        Fonte: https://www.portosdoparana.pr.gov.br/Noticia/Portos-do-Parana-promove-dialogo-sobre-direitos-das-mulheres-com-homens

          Trabalhadores portuários se reúnem em Brasília para debater futuro da atividade; Paranaguá marcou presença.

          O encontro contou com a presença dos presidentes das federações: Mário Teixeira (FENCCOVIB), José Adilson Pereira (FNE) e Sérgio Giannetto (FNP), além de vários outros dirigentes de sindicatos portuários do Brasil.

          Foto: Divulgação

          Representantes de sindicatos de trabalhadores portuários de todo o Brasil se reuniram em Brasília, na semana passada (20 e 21), para a Plenária Nacional conjunta das três federações de trabalhadores portuários: Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas Atividades Portuárias (FENCCOVIB), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e Federação Nacional dos Portuários (FNP). O foco da reunião foi discutir e atualizar os dirigentes acerca da Ação Direta de Inconstitucionalidade 7591, bem como da Comissão de Juristas que visa modificar a legislação portuária. A proposta de alteração foca particularmente na relação entre capital e trabalho, e pode impactar significativamente a exclusividade profissional dos Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs).

          Paranaguá teve forte presença no evento, com a participação do secretário municipal de Trabalho, Emprego e Assuntos Sindicais, Everson Leite de Farias; do presidente do Sindicato dos Conferentes de Carga e Descarga nos Portos do Estado do Paraná (CONFEPAR), José Eduardo Antunes, que também é diretor da FENCCOBIB; do presidente do Sindicato dos Vigias Portuários, Marcos Ventura Alves; do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná (SINTRAPORT), Rodrigo Vanhoni; e do delegado representante do Sindicato dos Estivadores de Paranaguá e Pontal do Paraná (SINDESTIVA) junto à FNE, Rogério Alves dos Santos.

          A participação de Paranaguá nesse debate demonstra a importância que damos à defesa dos direitos dos trabalhadores portuários. É essencial que as reivindicações da categoria sejam ouvidas e que o futuro da atividade portuária no país seja discutido com a participação de todos os envolvidos“, afirmou Everson Leite de Farias ao JB Litoral.

          O encontro contou também com a presença dos presidentes das federações: Mário Teixeira (FENCCOVIB), José Adilson Pereira (FNE) e Sérgio Giannetto (FNP). Eles se reuniram com os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) para discutir as propostas da Comissão de Juristas que visam modificar a Lei dos Portos (Lei 12.815/2013). Durante a reunião, foram abordadas questões importantes para consolidar o apoio do Governo Federal à preservação dos direitos dos trabalhadores portuários e ao fortalecimento do porto público. Os representantes das federações aproveitaram a oportunidade para destacar a importância de manter a exclusividade dos trabalhadores avulsos e garantir o pleno exercício da autoridade portuária, incluindo a fiscalização da operação da guarda portuária.

          Preocupação com a automação e a exclusividade dos TPAs

          A plenária debateu a crescente automação nos portos, que coloca em risco o futuro dos trabalhadores portuários. “É fundamental que os trabalhadores portuários estejam unidos neste momento decisivo para o futuro de nossa profissão. A automação e as mudanças na legislação representam riscos significativos para nossos empregos, e precisamos proteger nossos direitos. A robotização é vista como uma ameaça direta ao emprego, com o potencial de causar um desemprego estrutural, ou seja, a perda definitiva de oportunidades de trabalho para a categoria”, explica José Eduardo Antunes.

          Outro ponto relevante da discussão foi a defesa da exclusividade profissional dos trabalhadores portuários avulsos e a manutenção da autoridade portuária pública. Segundo Antunes, os trabalhadores temem que mudanças na legislação portuária, atualmente em discussão por uma Comissão de Juristas, possam retirar direitos conquistados, incluindo a exclusividade profissional dos TPAs.

          Para enfrentar os desafios da automação e da possível mudança na legislação, a plenária criou dois grupos de trabalho: um para discutir a automação nos portos e outro para acompanhar e analisar as propostas de alteração.

          Greve e mobilização

          A plenária decidiu manter o estado de greve já comunicado à Federação Nacional das Operações Portuárias (FENOP) e definiu um calendário de mobilização com paralisações progressivas, iniciando com uma de 12 horas, que pode ser ampliada para 18 ou 24 horas. Nova paralisação poderá ocorrer após avaliação das federações e depende de fato novo.

           

          Fonte: https://jblitoral.com.br/portos/trabalhadores-portuarios-se-reunem-em-brasilia-para-debater-futuro-da-atividade-paranagua-marcou-presenca/

            Agosto Lilás: Ministério das Mulheres lança campanha pelo Feminicídio Zero

            Ação faz parte da mobilização nacional pelo enfrentamento à violência contra mulheres e marca aniversário de 18 anos da Lei Maria da Penha.

            Perceber uma situação de violência contra a mulher, enfrentá-la e interrompê-la para que não chegue a um feminicídio, ato de violência extrema baseada em gênero. Essa é a mensagem principal da campanha “Feminicídio Zero – Nenhuma violência contra a mulher deve ser tolerada”, lançada neste 7 de agosto pelo Ministério das Mulheres em parceria com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

            A data marca o aniversário de 18 anos da Lei Maria da Penha no mês dedicado à conscientização para o fim da violência contra a mulher, o “Agosto Lilás”. Na noite desta quarta-feira, uma projeção no Congresso Nacional traz frases da campanha e divulga o Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher – como canal para busca de ajuda, informações e também registro de denúncias.

            As peças envolvem materiais digitais para redes sociais, um filme de 30 segundos e três filmes de 15 segundos, além de materiais gráficos como adesivo, folder e cartaz.

            Uma mobilização digital envolverá influenciadores como atrizes, atletas, ministros e parlamentares publicando vídeos nas redes sociais sobre o tema da violência contra a mulher e em apoio ao #FeminicidioZero. Demais ministérios do governo federal e órgãos públicos também irão aderir à campanha com ações em seus perfis nas redes sociais.

            O filme traz três diferentes situações de violência contra mulheres e passa a mensagem de que ela pode começar silenciosa e quando as pessoas se manifestam, acolhem as mulheres, buscam informações ou fazem uma denúncia, mesmo quando a violência não é física, podem evitar um feminicídio.

            Articulação nacional

            A campanha faz parte de uma mobilização nacional permanente do Ministério das Mulheres, envolvendo diversos setores do país no compromisso de pôr fim à violência contra as mulheres, em especial aos feminicídios, a partir de diversas frentes de atuação (comunicação ampla e popular, implementação de políticas públicas, engajamento de atores diversos).

            Um evento no mês de agosto em Brasília marcará a assinatura de um Manifesto pelo Feminicídio Zero, em que cada parceiro(a) se compromete a atuar de acordo com suas possibilidades de recursos, estrutura e público-alvo.

            Feminicídio Zero no futebol

            O registro de boletins de ocorrência de ameaça contra mulheres aumenta 23,7% em dias em que um dos times da cidade joga e o de registros de lesão corporal sobe 25,9% quando a partida acontece na própria cidade, aponta pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Avon em 2022.

            A Articulação Nacional pelo Feminicídio Zero prevê ações em dias de jogos de futebol, mirando o diálogo principalmente com os homens. Entre as ações articuladas ao longo do mês de agosto estão faixas em campo, o uso de braçadeiras pelos jogadores e vídeos durante partida de futebol, a serem executadas em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, com apoio da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

            Dados de feminicídio no Brasil

            Segundo o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 1.467 mulheres morreram vítimas de feminicídio em 2023 – o maior registro desde a sanção da lei que tipifica o crime, em 2015. As agressões decorrentes de violência doméstica tiveram aumento de 9,8%, e totalizaram 258.941 casos.

            Houve alta também nas tentativas de feminicídio (7,2%, chegando a 2.797 vítimas) e nas tentativas de homicídio contra mulheres (8.372 casos no total, alta de 9,2%), além de registros de ameaças (16,5%), perseguição/stalking (34,5%), violência psicológica (33,8%) e estupro (6,5%).

            O Brasil também registrou um estupro a cada seis minutos no ano passado. Foram 83.988 vítimas e uma taxa de 41,4 por 100 mil mulheres, havendo um crescimento anual de 6,5%. Outros crimes com taxas em alta são importunação sexual (48,7%), assédio sexual (28,5%) e divulgação de cena de estupro/sexo/pornografia (47,8%).

            Agosto Lilás

            O mês de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres tem como objetivo dar visibilidade ao tema e ampliar a divulgação sobre os direitos das mulheres em situação de violência, além dos serviços especializados para acolhimento, orientação e denúncia.

            Fonte: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/agosto/agosto-lilas-ministerio-das-mulheres-lanca-campanha-pelo-feminicidio-zero