REUNIÃO INFORMATIVA SOBRE O PL 733/2025 EM PARANAGUÁ

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Na próxima segunda-feira, Paranaguá sedia uma reunião informativa sobre o Projeto de Lei 733/2025, que propõe mudanças drásticas na legislação portuária e retrocessos nos direitos trabalhistas. O evento acontece às 9h, no auditório do ISULPAR, e terá a participação dos presidentes das três federações portuárias.

Com a presença do Mario Teixeira, presidente da FENCCOVIB, Sergio Giannetto, presidente da Federação Nacional dos Portuários (FNP), e José Adilson Pereira, presidente da Federação Nacional dos Estivadores (FNE), a reunião irá explicar pontos importantes do Projeto de Lei que visa alterar a legislação portuária brasileira.

Um dos pontos em debate é a precarização da mão de obra e a possibilidade do retrocesso em direitos trabalhistas. Além disso, algumas categorias podem ser extintas caso o PL 733/2025 seja aprovado.

Para o presidente do Sintraport, Rodrigo Vanhoni, a reunião em Paranaguá é ainda mais importante pelas presenças dos presidentes das federações. “As presenças dos presidentes mostra o quanto o tema é importante e pertinente, afinal de contas, muda a vida de todos os trabalhadores do Porto e consequentemente da cidade inteira. A vinda deles traz respostas a diversas dúvidas sobre como esse PL está sendo discutido em Brasília. Inclusive, irão ouvir sugestões e questionamentos que possam surgir”, afirma Vanhoni.

“O segundo maior porto do país precisa estar no centro das grandes discussões portuárias. Esse evento com lideranças nacionais de trabalhadores portuários é um contraponto às audiências públicas tendenciosas aos interesses meramente lucrativos”, afirma Marcelo Jimenez, dirigente do Sintraport.

O evento é gratuito. Todos os trabalhadores portuários estão convidados para participar, independente do setor de atuação. 

Agenda:

18 de agosto, às 9h
Local: Auditório do ISULPAR – Rua João Eugênio, 534, Costeira, Paranaguá
Contamos com a presença de todos

Sintraport se reúne com Hussein Bakri para tratar do PCS

Nesta quarta-feira, a diretoria do Sintraport esteve em Curitiba em reunião com o deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa do Paraná, Hussein Bakri (PSD). O encontro foi promovido pelo vereador de Paranaguá e portuário Luizinho Maranhão (PL), e serviu para debater o Plano de Cargos e Salários (PCS) dos trabalhadores portuários. O deputado nos recebeu muito bem e se comprometeu a priorizar o projeto.

Durante a reunião, o deputado Bakri telefonou para o Diretor-Presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, que endossou o projeto encaminhado ao Conselho de Controle das Empresas Estatais (CCEE).

Bakri também levou a diretoria do Sintraport à sede da Casa Civil. No local, mais uma reunião foi promovida, desta vez com Maiquel Zimann, Diretor-Geral da Casa Civil. Foram esclarecidos os pontos principais do projeto.

Agradecemos ao deputado Hussein Bakri pela hospitalidade e por apoiar a luta dos trabalhadores portuários em prol de uma remuneração justa. Também agradecemos o vereador Luizinho Maranhão por viabilizar essas reuniões e sempre se colocar a disposição dos profissionais que atuam no Porto de Paranaguá.

Comissão Especial sobre o PL 733/25 é instalada no Congresso Nacional

Nesta quarta-feira, a Câmara dos Deputados definiu a Comissão Especial que irá discutir o Projeto de Lei 733 de 2025. Foram eleitos o Presidente, Vice-presidentes e relator para responsáveis por debater o PL que altera a legislação portuária brasileira e gera retrocessos para os trabalhadores portuários.

O deputado Murilo Galdino (Republicanos-PB) foi eleito presidente da Comissão Especial. A deputada Daniela Reinehr (PL-SC) fica como 1ª Vice-Presidente. Foi eleito 2° Vice-Presidente o deputado Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP). O 3° Vice-Presidente é o deputado Julio Lopes (PP-RJ), e o relator do caso é o deputado Arthur Oliveira Maia (UNIÃO-BA).

O projeto tramita em regime ordinário. O prazo inicial para oferecer o parecer é de 40 sessões a partir da criação da Comissão Especial. Já o prazo para apresentação de emendas será de cinco sessões, contados apenas após o recesso parlamentar.

 

Não à precarização

O Projeto de Lei 733 de 2025, que propõe alterações da legislação portuária brasileira, traz sérios retrocessos para os trabalhadores do setor. As propostas ameaçam os direitos dos profissionais e geram impactos negativos para a economia das cidades portuárias.

Além disso, conquistas históricas, como maior segurança no ambiente de trabalho e benefícios aos trabalhadores, serão perdidas se o projeto for aprovado e se tornar lei. Algumas categorias existes atualmente, como Guarda Portuário, Vigia Portuário, Consertadores e Trabalhadores de Bloco, serão extintas.

O deputado federal Tadeu Veneri (PT-PR), que integra a comissão, apoia a luta dos portuários pela manutenção dos postos de trabalho.

É importante que a comunidade cobre dos representantes um posicionamento em defesa dos trabalhadores portuários. Envie mensagem nas redes sociais dos deputados e senadores, para que não aconteça um retrocesso em nossos direitos.

 

Você pode assistir à sessão por este link:
https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/77191

SINTRAPORT recebe o Prefeito Adriano Ramos

Neste dia 18/03, o prefeito de Paranaguá, Adriano Ramos, participou de um café da manhã na sede do SINTRAPORT – Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná. Durante o encontro, ele se reuniu com o presidente Rodrigo Vanhoni, sócios e representantes sindicais para debater questões cruciais como o projeto de lei 733/2025, que tramita na Câmara Federal e ameaça a exclusividade dos trabalhadores portuários avulsos (TPAs) e traz ameaças também aos empregados da Autoridade Portuária.

O presidente do SINTRAPORT, Rodrigo Vanhoni, destacou o impacto negativo do PL 733: “Esse projeto afeta não só os TPAs, mas também a classe de funcionários da autoridade portuária, permitindo a terceirização de áreas específicas e precarizando ainda mais nossa categoria”.

Outro ponto levantado pelo presidente foi o pedido de apoio para o plano de cargos e salários que está em análise pela APPA. Rodrigo destacou que “como chefe do executivo, ter o prefeito como padrinho de um projeto dessa magnitude é importantíssimo para nós”. Além disso o presidente aproveitou para reivindicar condições melhores aos trabalhadores do Terminal de Contêineres – TCP. “Não é justo uma empresa lucrar mais de 150 milhões de reais em um trimestre e oferecer um aumento de 30 reais no vale alimentação” ressaltou o presidente.

O prefeito garantiu apoio. “Vou marcar uma agenda para discutirmos todas essas questões e, se necessário, vamos ao presidente da Câmara e às lideranças do Governo Estadual para buscar soluções. Podem contar comigo desde já”, concluiu o prefeito.

Estiveram presentes no encontro o presidente da Frente Intersindical, João Fernando da Luz, o presidente do Sindicato dos Vigias Portuários, Marcos Ventura Alves, o presidente do Sindicato dos Conferentes, José Antunes, o presidente do Sindicato dos Arrumadores, Eliel Teodoro Santos, o diretor financeiro do sindicato dos Conferentes, Accacio Netto, o diretor de Assuntos Sindicais da Prefeitura de Paranaguá Dirceu Pereira, o vereador Fábio Santos (PSDB), diretores do Sindicato dos Ensacadores e outros representantes sindicais. A presença ativa dos sócios do SINTRAPORT também foi um ponto de destaque, fortalecendo ainda mais a mobilização.

A luta continua pela preservação dos direitos dos trabalhadores portuários, pelo fortalecimento da classe e pelo desenvolvimento de Paranaguá!

90 ANOS DO PORTO DE PARANAGUÁ: A FESTA É DE QUEM TRABALHA!

Hoje o nosso Porto completa 90 anos. Uma data histórica, digna de comemoração. Mas comemorar o quê? E, principalmente, com quem?

Refleti profundamente sobre a importância de escrever algo nesta data. Não poderia deixar passar em branco: são nove décadas em que o Porto de Paranaguá cresceu, consolidou-se e tornou-se referência nacional e internacional. Porém, é impossível celebrar sem perguntar: onde estão os trabalhadores nessa festa?

Desde que assumimos a gestão do Sindicato, em maio do ano passado, sabíamos que os 90 anos seriam uma data para ficar na memória. Imaginávamos uma celebração em que os trabalhadores estivessem no centro, sendo reconhecidos pelo papel fundamental que desempenham todos os dias. Tínhamos a esperança de que nessa data seria anunciado finalmente algo de bom para o funcionário. No entanto, a realidade é outra: enfrentamos em Brasília um projeto que abre margem para terceirização e praticamente acaba com a Guarda Portuária e, localmente, nossa principal batalha – o nosso PCS – não sai do papel.

Durante as comemorações de 90 anos, vimos um bolo percorrendo setores, fotos sendo tiradas, sorrisos oficiais estampados em redes sociais. Mas quem realmente mantém o Porto funcionando todos os dias, garantindo recordes de movimentação e resultados históricos, mais uma vez é deixado de lado. O bolo circulou rápido, com uma agilidade, a mesma a qual gostaríamos de ver nosso Plano de Cargos – PCS andar.

Gostamos muito de usar a frase “melhor porto do Brasil“. Os nossos representantes gostam de nos comparar com outros portos, e sempre usamos o porto de Santos como base para dizer que somos mais eficientes. Pois bem, que seja lançado o desafio: que o nosso funcionário seja tão bem tratado e reconhecido como o funcionário de Santos — um porto que paga PLR, que provê Previdência Complementar, que realiza concursos e cuja Guarda Portuária não está em extinção.

Que a próxima comemoração, em 1º de maio, seja com motivo real para celebrar. Que possamos, enfim, compartilhar algo mais que um bolo: que possamos compartilhar respeito, valorização e dignidade!

 

Rodrigo S. Vanhoni

Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Paraná – Gestão 2024-2027

Juntos, somos a base que sustenta o Porto de Paranaguá

Dia Internacional da Mulher

 

Neste Dia Internacional da Mulher, quero ressaltar a importância feminina não só no ambiente portuário, mas em especial, em nosso ambiente sindical.

Durante boa parte da sua história o SINTRAPORT contou com a presença das mulheres em suas diretorias, mesmo o setor portuário sendo majoritariamente masculino, nossa atuação no sindicato já se destacava. Tivemos dona Raquel, Maria do Socorro, Lucilena, Maria Manuela, Maria do Rocio, Sonia, Giolete, hoje temos Paula e Jamile, nomes conhecidos e queridos por muitas e muitos de nós.
Mas, além das portuárias, quero destacar outras duas mulheres extremamente importantes para o nosso sindicato: dona Esmeralda e dona Maria, carinhosamente conhecida como Mariazinha. Duas funcionárias que, entre sustentar suas famílias e criar seus filhos, dedicaram mais de 30 anos ao SINTRAPORT. Elas passaram por diversas gestões, acompanharam muitas conquistas e vitórias, mas também derrotas e perdas. Lembram-se de vários portuários pelo nome e contam com carinho histórias dos que já se foram.
Que sorte a nossa gestão tem de poder estar aqui e ouvi-las, aprender e de alguma forma reconhecer tudo o que fizeram e continuam fazendo por nós.
Nossa intenção, nesse dia tão simbólico e que representa a luta feminista por igualdade e respeito, é lembrar todas essas mulheres maravilhosas que deixaram e ainda deixam sua marca em nosso porto e em nosso sindicato. Queremos expressar nossa imensa GRATIDÃO a todas as mulheres, portuárias, funcionárias, esposas, mães e filhas que direta ou indiretamente contribuíram e contribuem para que este Porto seja tão eficiente e reconhecido e reforçar o compromisso do SINTRAPORT em trabalhar para que em um futuro bem próximo sejamos muitas e muitas mais na diretoria do sindicato e em todas as áreas deste porto.
Muito obrigada a todas que vieram antes de nós!
Dâmia Nunes.
Vice-Presidente do SINTRAPORT.

Prefeito Adriano Ramos recebe representantes da Intersindical

Encontro visa estreitar os laços do Poder Executivo com a classe portuária.

Na manhã desta sexta-feira (24), o prefeito Adriano Ramos esteve reunido com a Intersindical de Paranaguá, entidade que congrega todos os Sindicatos de Trabalhadores Portuários Avulsos da orla portuária. Participaram também representantes de cooperativas.

“A reunião visa trazer o setor sindical para lutar com a gente em busca de uma Paranaguá mais justa e colocar a cidade no caminho do progresso”, explica o secretário de Trabalho, Emprego e Assuntos Sindicais, Wagih Hammoud.

O encontro contou com a presença de Mário Teixeira, presidente da FENCCOVIB, Federação Nacional que representa os trabalhadores avulsos. “Foi uma ótima reunião, principalmente pelo prestígio que recebemos nesse encontro com o prefeito Adriano Ramos, pois ele sempre mostra que está ao lado do trabalhador portuário e isso é muito importante para todos nós”, destaca Mário Teixeira.

“A gestão Adriano Ramos tem colocado em prática o que prometeu na campanha, que é fazer da prefeitura de Paranaguá, uma casa aberta ao povo e essa reunião de hoje demonstra exatamente isso”, avalia a vice-prefeita Fabiana Parro.

“Ficamos muito felizes e satisfeitos em receber representantes dos Sindicatos dos Trabalhadores Avulsos e cooperativas de Paranaguá. Para mim, esse estreitamento é muito importante, pois sou filho de estivador. Estamos prontos como poder executivo para atender as demandas desses trabalhadores”, completa o prefeito Adriano Ramos.

 

Fonte: https://www.paranagua.pr.gov.br/noticias/noticia3666.html

Retrospectiva 2024: O Início da Nova Diretoria.

O ano da atual diretoria do Sintraport começou quase no segundo semestre de 2024, com a grande responsabilidade de dar continuidade ao trabalho da diretoria anterior, mas visando melhorias em alguns pontos, o que é natural e deve ser sempre um dos objetivos de qualquer gestão.

Os primeiros meses foram de “reconhecimento de campo”: entender o funcionamento do sindicato, conhecer as pessoas, projetar o orçamento, tratar da parte burocrática e dimensionar o que estaria ou não ao nosso alcance em um primeiro momento.

O aprendizado não termina; até o final do nosso mandato, teremos muitos desafios e situações a enfrentar. No entanto, podemos afirmar que estes primeiros sete meses de ‘estágio probatório’ foram muito intensos e nos trouxeram lições que nos auxiliarão daqui para frente. Por isso, apresentamos aqui, de forma bem resumida, as principais atividades nas quais estivemos envolvidos direta ou indiretamente nesse início da gestão 2024-2027.

 

MAIO:

  • Entrega das lembrancinhas do Dia das Mães;
  • Campanha de Apoio ao Rio Grande do Sul;

JUNHO:

  • Início dos atendimentos da nossa assessoria jurídica aos sócios;
  • Encontro de líderes sindicais em Brasília;

JULHO:

  • Sorteio de brindes em agradecimento a todos os funcionários que não se opuseram à reversão salarial;
  • Realização do Jantar Dançante em prol do Rio Grande do Sul, idealizado pela Patrícia, esposa do guarda portuário e sócio, Marcio Renato, em nossa chácara;
  • Aulas experimentais de Jiu-Jitsu;
  • Realização do primeiro Café com o Sindicato e do Café da Manhã com as sócias.

AGOSTO:

  • Realização da festa de Dia dos Pais;
  • Participação no 1º Congresso do Trabalhador Portuário, em Santos;
  • Realização do evento “Piquenique Esportivo” da sócia Andrea de Almeida, para as mulheres da APPA em nossa chácara;
  • Participação na plenária conjunta das federações (FENCCOVIB, FNE E FNP) em Brasília;
  • Participação no seminário de Temas Atuais de Direito Marítimo, na ACIAP;
  • Participação nos eventos InovaPortos e no III Seminário Nacional e I Internacional dos Portos Brasileiros, em Curitiba.

SETEMBRO:

  • Reunião com o Deputado Alexandre Curi, junto com o guarda portuário e vereador, Luizinho Maranhão, em busca de apoio junto ao CCEE para aprovação do nosso Plano de Cargos e Salários;
  • Gravação do vídeo, junto da Intersindical, em apoio à ILA (Internacional Longshoremen’s Association);
  • Parceria com a SESP-PR para a realização da palestra “De Homem para Homem” no Palácio Taguaré;
  • Café com o Sindicato com a Guarda Portuária, em comemoração aos 37 anos de fundação.

OUTUBRO:

  • Entrega dos brindes Outubro Rosa;
  • Manifestação, em frente ao Palácio Taguaré, em repúdio a presença do relator do anteprojeto de lei que visa a alteração da Lei 12.815;
  • Realização da assembleia que aprovou o estado de greve;
  • Participação na paralisação da Intersindical, em resposta as ameaças do anteprojeto de lei;
  • Presença na apresentação do anteprojeto de lei, em Brasília;
  • Presença na reunião entre as três federações, em Brasília.

NOVEMBRO:

  • Reforma no mausoléu do Sindicato;
  • Reuniões em busca de apoio contra o anteprojeto de lei, com os deputados Toninho Wandescheer (PP), Luiz Carlos Hauly (PODE) e Requião Filho (PT);
  • Palestra para os alunos do ensino médio do colégio Instituto, sobre a importância do sindicato na vida do trabalhador.

DEZEMBRO:

  • Participação na Conferência Trabalhista, Sindical e Social do Litoral do Paraná, realizado na APPA;
  • Junto da Intersindical, entrega da carta de reivindicações sobre o anteprojeto, ao Ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em Paranaguá;
  • Conversa, com o Secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex e o guarda portuário e vereador, Luizinho Maranhão, reforçando o compromisso com o PCS;
  • Realização da SINTRAFEST;
  • Entrega dos Kits Natalinos;
  • Participação na Audiência Pública do Porto Guará.

Além disso, participamos ativamente das reuniões da Intersindical e do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), firmamos mais de 15 novos convênios em diversos segmentos, fizemos melhorias na chácara e no prédio administrativo do sindicato, alugamos o imóvel na Nestor Victor, abrimos a chácara nos fins de semana para uso dos associados, atendemos diversos sócios e dependentes nas viagens da assistência social e estamos trabalhando na renovação do Acordo Coletivo do TCP.

Sabemos que ainda podemos melhorar e vamos melhorar. Essas ações são apenas o começo. Com comprometimento e responsabilidade, buscaremos mais conquistas para nossa categoria e estamos confiantes de que, com a união dos portuários, alcançaremos resultados positivos ao longo desta gestão.

Que 2025 seja um ano excelente para todos nós.

Abraços.

A Diretoria.

 

Portuários realizam manifestação em defesa de direitos ameaçados pela revisão da Lei dos Portos

Na tarde de hoje, os portuários se reuniram em uma manifestação em frente à sede da Autoridade Portuária em Paranaguá. O protesto foi motivado pela recente decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP), de criar uma comissão com o objetivo de revisar a Lei dos Portos (Lei 12.815/13), atendendo a pressões dos operadores portuários.

Os portuários demonstraram sua indignação diante de uma prévia do relatório que será apresentado na Câmara dos Deputados nos próximos dias. O documento, que vem sendo discutido em Brasília, traz diversas ameaças aos direitos conquistados pela categoria ao longo dos anos.

Entre os pontos mais preocupantes estão:

A retirada do trabalho da Autoridade Portuária do segmento “trabalho portuário”: Caso essa alteração seja aprovada, os trabalhadores portuários deixarão de ser reconhecidos como tal. Isso pode resultar em uma revisão do adicional de risco e do adicional noturno, uma vez que esses direitos estão vinculados à Lei 4.860/65, a qual não mais nos contemplará.

Terceirização da segurança no segmento portuário: Além de enfraquecer as chances de tirar a Guarda Portuária da lista de extinção, essa proposta abre as portas para a terceirização da segurança em todos os portos públicos do país, precarizando ainda mais as condições de trabalho.

O fim da exclusividade na contratação de TPA’s pelos operadores portuários: A curto prazo, isso significa a extinção do OGMO, órgão responsável pela gestão da mão de obra avulsa nos portos, comprometendo diretamente os trabalhadores que dependem desse sistema para garantir sua subsistência.

A categoria tem ciência de que, após a apresentação do relatório na Câmara, o documento ainda passará por diversas comissões, muitas das quais são compostas por parlamentares que defendem os interesses dos empresários. Isso significa que o cenário pode se agravar ainda mais, tornando o futuro dos portuários ainda mais incerto.

Relator estará presente em evento dentro do porto

Um fato que intensificou a revolta da categoria foi a confirmação de que o relator, responsável por propor a extinção dos portuários, estará presente em uma palestra marcada pelo setor patronal dentro do próprio porto. O setor patronal, confiante na inércia dos trabalhadores, teve a audácia de invadir nossa casa para explicar como pretendem retirar nossos direitos.

Mas o sindicato não ficou calado. Junto à frente intersindical, organizamos um grande protesto que foi realizado às 13h, em frente ao Taguaré. O covarde não teve coragem e entrou pela porta dos fundos, lugar de quem não tem coragem de olhar pro trabalhador!

Agradecimento pela participação na manifestação

Em nome do Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Paraná, queremos expressar nosso mais profundo agradecimento a todos os companheiros e companheiras que, apesar das demandas diárias, compareceram à manifestação. Sua presença demonstra que a união da categoria é a nossa principal força na defesa dos direitos que estão sendo ameaçados.

Outra participações que merecem nosso destaque foram da assessora da Deputada Federal Carol Dartora, a companheira de luta Miriã Santos e do Deputado Federal Tadeu Veneri. Ambos sempre estiveram ao nosso lado

Sabemos que a luta é difícil e que teremos que brigar pela manutenção dos nossos direitos, mas juntos somos mais fortes. O sindicato continuará na linha de frente, lutando pelos trabalhadores, mas a mobilização de cada um de vocês será essencial nesse processo.

Agora, mais do que nunca, é hora de nos mantermos unidos e vigilantes. Só assim conseguiremos enfrentar essa tentativa de retrocesso e garantir um futuro digno para todos os portuários!

Seguiremos firmes na luta!

Portos do Paraná promove diálogo sobre direitos das mulheres com homens.

Foto: Rodrigo Sell/Portos do Paraná

Palestra do projeto “De Homem para Homem” teve como objetivo conscientizar o público masculino sobre o combate da violência contra as mulheres.

A Portos do Paraná se engajou no projeto De Homem para Homem, iniciativa do Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SESP-PR), que visa ampliar a proteção das mulheres e prevenir crimes contra elas. A ação faz parte da Operação Mulher Segura, que agora alcança também os portos de Paranaguá e Antonina. Para isso, a empresa reuniu seus colaboradores homens em uma palestra e ação educativa focada nos direitos das mulheres.

“Vivemos ainda em um ambiente portuário predominantemente masculino, mas as mulheres estão cada vez mais presentes e mostrando sua força. A Portos do Paraná trabalha para garantir igualdade de condições para todos, e essa palestra é mais uma maneira de alertarmos os homens sobre a necessidade de tratar todos com respeito, sem qualquer tipo de violência”, afirmou o Diretor Administrativo e Financeiro, Marcos Bonoski.

A Operação Mulher Segura, conduzida pela Secretaria de Segurança Pública, já atua na repressão de crimes contra mulheres e no suporte às vítimas. O projeto “De Homem para Homem” reforça essas iniciativas, intensificando as medidas preventivas e a conscientização entre aqueles que, muitas vezes, estão na posição de potenciais agressores.

“Esses encontros são voltados exclusivamente para o público masculino, com o intuito de desconstruir tabus que normalizam a violência contra a mulher. Queremos deixar claro que não há mais espaço para esse tipo de comportamento no Paraná”, afirmou Leonardo Carneiro, Delegado e Coordenador de Planejamento Estratégico da SESP-PR.

Wesley Moreira de Mello, Delegado da Polícia Civil de Paranaguá, destacou que, embora um possível agressor possa não estar presente, os participantes podem compartilhar o que aprenderam com amigos, familiares e colegas de trabalho. “Sempre há alguém que podemos aconselhar, e é nosso papel replicar esse tipo de conteúdo para conscientizar todos sobre a importância de proteger as mulheres”, disse.

As palestras são destinadas exclusivamente aos homens, permitindo que os participantes se sintam à vontade para esclarecer dúvidas e discutir o tema de forma aberta. Durante os encontros, são exibidos vídeos com depoimentos de familiares de vítimas e de condenados por feminicídio, com o objetivo de mostrar o impacto devastador da violência contra as mulheres nas famílias e na sociedade.

De acordo com o Cabo Gonçalves, do 9º Batalhão da Polícia Militar e integrante da Patrulha Maria da Penha, o trabalho anterior realizado com mulheres já tem apresentado resultados. “Percebemos que o trabalho tem dado frutos, especialmente pelo aumento nas solicitações de medidas protetivas. Isso é positivo, pois a violência já existia, mas as mulheres, muitas vezes, não sabiam como buscar ajuda. Com essa ação, elas estão mais encorajadas a se proteger”, analisou.

Para Rodrigo Vanhoni, Analista Portuário e Presidente do Sindicato dos Portuários, o combate à violência contra a mulher é fundamental. “Temos muitas portuárias trabalhando conosco, além de nossas filhas, esposas e mães. Não podemos ser violentos, especialmente com mulheres, que muitas vezes são mais vulneráveis. É necessário combater essa cultura de violência e promover mudanças”, concluiu.

 

Fonte: https://www.portosdoparana.pr.gov.br/Noticia/Portos-do-Parana-promove-dialogo-sobre-direitos-das-mulheres-com-homens

Começamos a coletar sugestões para o ACT 2025-2027

Colega portuário,

Nosso principal instrumento de negociação é o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Queremos ouvir suas sugestões para a próxima negociação do nosso ACT. Por isso, disponibilizamos abaixo um formulário onde você pode enviar suas ideias. Envie uma sugestão por vez, detalhando-a ao máximo. Após a coleta das sugestões, organizaremos grupos para discutir cada nova cláusula proposta.



Trabalhadores portuários se reúnem em Brasília para debater futuro da atividade; Paranaguá marcou presença.

O encontro contou com a presença dos presidentes das federações: Mário Teixeira (FENCCOVIB), José Adilson Pereira (FNE) e Sérgio Giannetto (FNP), além de vários outros dirigentes de sindicatos portuários do Brasil.

Foto: Divulgação

Representantes de sindicatos de trabalhadores portuários de todo o Brasil se reuniram em Brasília, na semana passada (20 e 21), para a Plenária Nacional conjunta das três federações de trabalhadores portuários: Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuários, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas Atividades Portuárias (FENCCOVIB), Federação Nacional dos Estivadores (FNE) e Federação Nacional dos Portuários (FNP). O foco da reunião foi discutir e atualizar os dirigentes acerca da Ação Direta de Inconstitucionalidade 7591, bem como da Comissão de Juristas que visa modificar a legislação portuária. A proposta de alteração foca particularmente na relação entre capital e trabalho, e pode impactar significativamente a exclusividade profissional dos Trabalhadores Portuários Avulsos (TPAs).

Paranaguá teve forte presença no evento, com a participação do secretário municipal de Trabalho, Emprego e Assuntos Sindicais, Everson Leite de Farias; do presidente do Sindicato dos Conferentes de Carga e Descarga nos Portos do Estado do Paraná (CONFEPAR), José Eduardo Antunes, que também é diretor da FENCCOBIB; do presidente do Sindicato dos Vigias Portuários, Marcos Ventura Alves; do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Empregados na Administração e nos Serviços de Capatazia dos Portos, Terminais Privativos e Retroportuários no Estado do Paraná (SINTRAPORT), Rodrigo Vanhoni; e do delegado representante do Sindicato dos Estivadores de Paranaguá e Pontal do Paraná (SINDESTIVA) junto à FNE, Rogério Alves dos Santos.

A participação de Paranaguá nesse debate demonstra a importância que damos à defesa dos direitos dos trabalhadores portuários. É essencial que as reivindicações da categoria sejam ouvidas e que o futuro da atividade portuária no país seja discutido com a participação de todos os envolvidos“, afirmou Everson Leite de Farias ao JB Litoral.

O encontro contou também com a presença dos presidentes das federações: Mário Teixeira (FENCCOVIB), José Adilson Pereira (FNE) e Sérgio Giannetto (FNP). Eles se reuniram com os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) para discutir as propostas da Comissão de Juristas que visam modificar a Lei dos Portos (Lei 12.815/2013). Durante a reunião, foram abordadas questões importantes para consolidar o apoio do Governo Federal à preservação dos direitos dos trabalhadores portuários e ao fortalecimento do porto público. Os representantes das federações aproveitaram a oportunidade para destacar a importância de manter a exclusividade dos trabalhadores avulsos e garantir o pleno exercício da autoridade portuária, incluindo a fiscalização da operação da guarda portuária.

Preocupação com a automação e a exclusividade dos TPAs

A plenária debateu a crescente automação nos portos, que coloca em risco o futuro dos trabalhadores portuários. “É fundamental que os trabalhadores portuários estejam unidos neste momento decisivo para o futuro de nossa profissão. A automação e as mudanças na legislação representam riscos significativos para nossos empregos, e precisamos proteger nossos direitos. A robotização é vista como uma ameaça direta ao emprego, com o potencial de causar um desemprego estrutural, ou seja, a perda definitiva de oportunidades de trabalho para a categoria”, explica José Eduardo Antunes.

Outro ponto relevante da discussão foi a defesa da exclusividade profissional dos trabalhadores portuários avulsos e a manutenção da autoridade portuária pública. Segundo Antunes, os trabalhadores temem que mudanças na legislação portuária, atualmente em discussão por uma Comissão de Juristas, possam retirar direitos conquistados, incluindo a exclusividade profissional dos TPAs.

Para enfrentar os desafios da automação e da possível mudança na legislação, a plenária criou dois grupos de trabalho: um para discutir a automação nos portos e outro para acompanhar e analisar as propostas de alteração.

Greve e mobilização

A plenária decidiu manter o estado de greve já comunicado à Federação Nacional das Operações Portuárias (FENOP) e definiu um calendário de mobilização com paralisações progressivas, iniciando com uma de 12 horas, que pode ser ampliada para 18 ou 24 horas. Nova paralisação poderá ocorrer após avaliação das federações e depende de fato novo.

 

Fonte: https://jblitoral.com.br/portos/trabalhadores-portuarios-se-reunem-em-brasilia-para-debater-futuro-da-atividade-paranagua-marcou-presenca/

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